Quem sou eu

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Artista visual, arteira desde sempre. Amo moda, fotografia, desenho, teatro, dança. E mais tantas outras coisas, mas...Acima de tudo, amo a liberdade de ser eu mesma!!!!!

Oi, meu nome é Daniela Karg, bem vindos ao meu blog!

Reunindo minhas linguagens, que transitam pela moda, maquiagem, teatro, fotografia, dança e artes visuais, criei a Alma de Boneca!

Confecciono bonecas, acessórios e fantasias exclusivas, combinando minhas técnicas e elementos vindos de histórias (contadas por quem as encomenda e minha imaginação).

Conheça meu trabalho e fique à vontade, entre contos, sonhos e poesias que costuro em minha ALMA!

APRECIADORES

segunda-feira, 3 de março de 2014

Pelas pequenas câmeras

Tenho muitos assuntos pendentes  por aqui . 

Recentemente tenho organizando o material que quero divulgar, mas como trata-se de uma longa série de imagens sobre um mesmo tema, precisarei retomar os fatos que cronologicamente, contam essa história que será divulgada por etapas.

Mas hoje separei um tempo pra contar mais uma história.
Por dezesseis anos venho acompanhando as cerimônias de entrega do Oscar, a famosa premiação da Academia de Artes e Ciências cinematográficas.
Sei que muitos trabalhos incríveis nem chegam a ser indicados. Outros são aparentemente injustiçados pela falta de atenção da Academia, que parece esquecer completamente da importância de profissionais que vivem pela arte do Cinema. Como exemplo, Hayao Miyazaki. A falta de consideração com sua obra, foi lamentável.
Hoje eu vejo essa premiação muito mais como uma programação, um entretenimento, do que um termômetro para julgar, indicar e escolher o resultado da atuação de todos os profissionais envolvidos no evento. Sei que sou leiga no assunto, nunca entendi quais os verdadeiros critérios de avaliação dos trabalhos, o que realmente é levado em consideração. Os favoritos da Academia, nem sempre são os "nossos" favoritos. Acredito que o grande público espectador, consegue avaliar os filmes, seus conteúdos e suas técnicas com mais justiça e porque não dizer, com mais paixão, deixando de lado a política que envolve todo esse sistema de reconhecimento.

Mas a "parte boa" de tudo isso que introduzi, foi a oportunidade que tive de assistir pela primeira vez a transmissão da cerimônia numa sala de cinema!
Um presente que quero repetir sempre que puder, penso que mais locais poderiam abrir suas portas e dar essa oportunidade ao público. Apesar do cansaço de umas cinco horas sentada na poltrona, a demora para o sinal da Net entrar nos eixos e a troca de lugares para escapar de uma pessoa com alto grau de hiperatividade (para não dar outros atributos), valeu a pena!
Vamos ao cinema para termos momentos de lazer e diversão, enquanto pouco pensamos nos intermináveis momentos de trabalho, esforço e dedicação de tantas pessoas que assim como nós, sonham e realizam esforços, que ficam eternizados nas telas dos cinemas e nas nossas retinas, as pequenas câmeras filmadoras que captam a vida!

Durante a cerimônia, usei minha maquininha guerreira pra registrar o que pudesse, sem me preocupar com o foco, (apenas apertando o botão) ou perderia toda a atenção.
Como não usei flash, muitos borrões e cenas engraçadas surgiram. Selecionei algumas imagens mais significativas e nítidas:
Momento nostalgia com Daniel San e Sr. Miyagi!

Cena do filme "A Princesa prometida", um clássico dos anos 80!

Ótimas lembranças de Avatar.

Intervalo maléfico:






Hora de descobrir, lamentar e como quase sempre, "conhecer" quem partiu e fez história no Cinema:
Eu era encantada por esses incríveis efeitos visuais, que bem poderiam ser chamados de "efeitos manuais"!



Um pedacinho da infância ficou marcado com esse cara, a alma de filmes como "Os caça fantasmas" e o Feitiço do tempo, mais conhecido como o inesquecível "Dia da Marmota", com Bill Murray.

A querida Bette Midler! Querida, pois vê-la é como estar diante de um familiar querido da infância!

A tão esperada performance de Let it Go, que com certeza entrou pra história do Oscar!
Ninguém entendeu o que aconteceu com a Indina Menzel. 
Pode ser sim, uma má impressão. Mas acredito que a mudança no tempo da música (a única coisa que posso dizer com certeza), pode ter atrapalhado demais a cantora, que não conseguiu ter tempo para respirar, quase não havia pausas! Ela também pareceu ter entrado fora de tom desde o início, sem chances de consertar. Toda essa defesa apaixonada é por não entender como uma cantora de musicais como ela, pode ter tido essa dificuldade. Acontece...





















Consegui bons registros dos queridinhos, sortudos e injustiçados da noite:
Belo momento, a Angelina por si só, é uma estatueta!

Lupita Nyong'o. Quando "passei" por uma imagem do filme Doze anos de escravidão, tive certeza absoluta de que iria derreter assistindo o filme e amando sua atuação:




Não assisti a atuação da Kate Blanchett, mas fiquei feliz pela escolha de melhor atriz. O que essa mulher faz em qualquer trabalho é absurdo! "Notas sobre um escândalo" e "Não estou lá" foram filmes que me marcaram, o que sempre me faz pensar que ela pode interpretar uma pedra, ou seja lá o que for, com maestria!

Assisti somente o trabalho da Sandra Bullock e, quando entendi como o filme todo foi realizado (Gravidade), percebi o quanto a crítica (em geral) pode ser tão insensível! O que ela fez foi literalmente sublime!





Leonardo, não foi dessa vez, assim como outros artistas e filmes incríveis (A menina que roubava livros), mas pouco importa um Oscar, quando se tem um talento verdadeiramente genuíno!

O que não registrei com a máquina, mas com as retinas, foi a performance da cantora Pink. Vista na tela do cinema, arrepiou e mais uma vez, me fez lembrar o quanto estar no mundo significa pra mim. 



Abraços, até o próximo post!

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