Quem sou eu

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Artista visual, arteira desde sempre. Amo moda, fotografia, desenho, teatro, dança. E mais tantas outras coisas, mas...Acima de tudo, amo a liberdade de ser eu mesma!!!!!

Oi, meu nome é Daniela Karg, bem vindos ao meu blog!

Reunindo minhas linguagens, que transitam pela moda, maquiagem, teatro, fotografia, dança e artes visuais, criei a Alma de Boneca!

Confecciono bonecas, acessórios e fantasias exclusivas, combinando minhas técnicas e elementos vindos de histórias (contadas por quem as encomenda e minha imaginação).

Conheça meu trabalho e fique à vontade, entre contos, sonhos e poesias que costuro em minha ALMA!

APRECIADORES

sábado, 5 de maio de 2012

Apontamentos...

Imagem: Beatriz Martin Vidal

Desde já, aviso aos acadêmicos de plantão, que tenho plena consciência da minha falta de normas e regras de apresentação e disposição de referências bibliográficas... Eis algumas leituras da semana!

Do livro: O Ator e o Método, de Eugênio Kusnet:

Cap. I
p.5:

[...] Leon Tolstoi disse: "Uma obra de arte só é autêntica quando a pessoa que a aprecia não pode imaginar outra coisa a não ser aquilo que aprecia." Tal deve ser a força de convicção de um artista.

p.6:

[...] "O espetáculo só se realiza quando se consegue revelar esse mar de idéias, emoções e desejos; e um mundo inteiro em cada gota desse mar".

p.7:

[...] o objetivo do ator é convencer o espectador da realidade do espírito humano.

p.8:

[...] Um psicólogo russo, Aleksandr Kron, diz que "freqüentemente uma imagem precede um pensamento lógico" e mais adiante: "eu entendo o conceito de 'intuição' como experiências não conscientizadas adquiridas pelo homem em várias etapas de seu desenvolvimento e, talvez mesmo, depositadas parcialmente em seus genes..." (portanto, experiências hereditárias).

p.10:

[...] O comportamento das crianças durante suas brincadeiras, às vezes nos causa a impressão de que elas têm uma fé absoluta na realidade do que escolhem para brincar. [...] uma menina é capaz de chorar com lágrimas verdadeiras se alguém bater na sua "filha", mesmo se essa "filha" for uma boneca de trapos fabricada pela própria "mãe".
[...] naqueles momentos a menina não está tendo alucinações, ela não perde o contato  com a realidade. Ela será capaz de jogar no chão "a sua filhinha ofendida" se naquela hora o ofensor lhe oferecer uma boneca nova mais bonita.
[...] "Um menino "galopando" montado num pauzinho, nos dá a impressão de acreditar piamente nos seus exercícios de "equitação" - ele até pára, às vezes, para deixar o seu "cavalo" beliscar um pouco de grama. Mas imaginem o susto do menino se o seu "cavalo" de repente relinchasse! Ele morreria de medo"...
Portanto o senso da realidade objetiva não impede a sinceridade dos sentimentos criados pela "fé cênica". 

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