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Artista visual, arteira desde sempre. Amo moda, fotografia, desenho, teatro, dança. E mais tantas outras coisas, mas...Acima de tudo, amo a liberdade de ser eu mesma!!!!!

Oi, meu nome é Daniela Karg, bem vindos ao meu blog!

Reunindo minhas linguagens, que transitam pela moda, maquiagem, teatro, fotografia, dança e artes visuais, criei a Alma de Boneca!

Confecciono bonecas, acessórios e fantasias exclusivas, combinando minhas técnicas e elementos vindos de histórias (contadas por quem as encomenda e minha imaginação).

Conheça meu trabalho e fique à vontade, entre contos, sonhos e poesias que costuro em minha ALMA!

APRECIADORES

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Absurdos cinematográficos



Eu estava anciosa por novas idéias ao ver o filme Um Olhar do Paraíso, que estreou na semana passada.
Tinha tudo pra ser um filme intenso e apaixonante, com cenas encantadoramente inesquecíveis... se não fossem cerca de três casais adolescentes que surgiram na "última hora", assim que o filme iniciou.
Eles simplesmente não deixaram que nós assistíssemos o filme, foi um show de péssima educação. Conversavam alto, deitavam nas poltronas (fazendo um barulho desconfortável), cochichavam e ainda riram quando pedimos silêncio.
Eu já estava disposta a pedir meu dinheiro de volta na bilheteria quando o Magnus me deixou para tomar alguma providência. Voltou acompanhado de um funcionário do cinema que deu um vergonhoso e poderia ser desnescessário puxão de orelha, se é que posso chamar assim o sermão humilhante que eles receberam.
Ficaram quietos por um tempo, mas o meu filme já tinha ido por água a baixo e toda a atenção que queria ter virou um desconforto muscular (de tanto contrair os nervos)!
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Foi o segundo filme impossível de assistir em tão pouco tempo. Consegui assistir Avatar e foi algo incrível para nossos olhos e corações!
Porém não tive a mesma sorte ao ver o mesmo filme com meu irmão.
Nós literalmente, travamos uma batalha contra três mulheres que também surgiram no primeiro minuto do filme e fizeram do prazer de assistir um bom filme com o Pedro, num inferno de 2 h. e 46 min. A emoção dele foi o que me valeu o dia, pois eu, saí do cinema desacreditada da educação do ser humano.
Podem achar que sou careta, mas nasci em 1984, em vinte e cinco anos, muita coisa mudou! Assisti clássicos do cinema e sempre tive a sorte de nunca haver vexames como estes. Ainda bem que minha avó, compainheira de filmes já não está mais aqui para conferir a baixaria que virou nosso lazer (abro um parêntese para o dia que não consegui ver Branca de Neve até o fim, pois era dia de vacinação, e um Zé Gotinha sem noção entrou na sala para gotejar nossas boquinhas sem nem ao menos pararem o filme)... mas jamais esquecerei as lágrimas da minha avó ao assistir o final do filme, em casa mesmo!

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Mas algo mais estranho que isso estava por acontecer. Ganhamos ingressos para o filme O Fada do dente. Cavalo dado não se olha os dentes, não é mesmo? Fui com meu irmão e uma amiga ao cinema, a sala estava quase vazia , com alguns adultos e crianças.
Tudo bem, o filme pode ser considerado bobinho perto de tantas produções hilárias, mas o fato das pessoas não rirem nos intrigou profundamente!
Não quero dizer que "no meu tempo" as pessoas riam no cinema, e ser a chata-lanterninha. Mas se estamos vendo um filme no mínimo engraçado, é por que estamos abertos ao que procuramos, dispostos a diversão, por mais boba que pareça.
Os expectadores tinham um riso contido, como se fosse uma vergonha dar uma boa gargalhada! Será que somos tão "afetados", o filme era ruim e não entendemos?
Me parece que uma parcela dos expectadores esqueceu que podem fazer parte do filme e devem garantir seus direitos... de exigir ver um filme dignamente e gargalhar sem culpa.

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