Quem sou eu

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Artista visual, arteira desde sempre. Amo moda, fotografia, desenho, teatro, dança. E mais tantas outras coisas, mas...Acima de tudo, amo a liberdade de ser eu mesma!!!!!

Oi, meu nome é Daniela Karg, bem vindos ao meu blog!

Reunindo minhas linguagens, que transitam pela moda, maquiagem, teatro, fotografia, dança e artes visuais, criei a Alma de Boneca!

Confecciono bonecas, acessórios e fantasias exclusivas, combinando minhas técnicas e elementos vindos de histórias (contadas por quem as encomenda e minha imaginação).

Conheça meu trabalho e fique à vontade, entre contos, sonhos e poesias que costuro em minha ALMA!

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quarta-feira, 16 de outubro de 2013

No caminho!

Registros de mais um dia de caminhada, por lugares desconhecidos.
Isso tudo me fez pensar em todas as trilhas que já fiz e todas as belezas que ainda me aguardam. O que também me faz pensar em como é bom "não pensar". Trilhar é não pensar. Quem trilha e pensa na sandália, na maquiagem, no cabelo e principalmente na hora de voltar, não está trilhando. Fazer trilhas é um maravilhoso exercício do olhar, que me acompanha a tantos anos, a ponto de não mais fazer qualquer caminho sem olhar o que me cerca (e isso vale para qualquer trajeto e lugar). Exercitar o nosso olhar para o mundo, esquecendo o olhar dos outros. Assim é desenhar, assim é praticar a arte de olhar para o objeto de observação e somente ele, esquecendo o olhar dos outros sobre ele e aquilo que pensamos que podemos resolver sem olhar verdadeiramente.
Parece um grande nó nas idéias, uma filosofia sem fim e sim, é uma filosofia de aprendizado e vida.

























O vôo da borboleta azul, observe:






Uma das surpresas mais belas que já vi, uma igreja com arquitetura "medieval" no alto de um morro, no meio da trilha.






Ao chegar na praia, outra cena estranha e bela: um grupo de meninas vindas da igreja, composta por crianças e jovens. Todas vestiam trajes vermelho-alaranjado, com saias e camisas pólo. Usavam meias e até sapatinhos de neoprene, todas com escapulários de um santo que não consegui identificar.
Não fiz imagens aproximadas, com receio que elas não se deixassem fotografar. Sei que vê-las com suas bóias, pranchas de isopor e baldinhos de plástico, foi como voltar num tempo em que só é possível ver em quadros e filmes. 






Abraços, até o próximo post!

Um comentário:

  1. Complementando informações: http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,castelo-que-era-igreja-pode-virar-resort-em-ubatuba,872230,0.htm

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