Quem sou eu

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Artista visual, arteira desde sempre. Amo moda, fotografia, desenho, teatro, dança. E mais tantas outras coisas, mas...Acima de tudo, amo a liberdade de ser eu mesma!!!!!

Oi, meu nome é Daniela Karg, bem vindos ao meu blog!

Reunindo minhas linguagens, que transitam pela moda, maquiagem, teatro, fotografia, dança e artes visuais, criei a Alma de Boneca!

Confecciono bonecas, acessórios e fantasias exclusivas, combinando minhas técnicas e elementos vindos de histórias (contadas por quem as encomenda e minha imaginação).

Conheça meu trabalho e fique à vontade, entre contos, sonhos e poesias que costuro em minha ALMA!

APRECIADORES

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Mais Fragmentos



Livro: Fragmentos - poemas, anotações íntimas e cartas de Marilyn Monroe
Editora Tordesilhas

p.43:

Pedras na caminhada
de toda a cor que existe
te contemplo
como um horizonte - o espaço
o ar está entre nós nos chamando
e eu estou muitos andares acima
meus pés assustados
enquanto estendo
os braços na sua direção

Marilyn Monroe Quotes

p.183:

Para a vida
É uma determinação e tanto para me sentir sufocada.
Para o trabalho
A verdade pode apenas ser lembrada, nunca inventada.

p.219:

[...] "a arte vai muito além da ciência."


p.260:

[...] "Talvez ela tenha nascido no dia depois da guerra, quando tínhamos necessidade dela. Sem dúvida, ela não tem conhecimento do passado. Como a Ondina de Giradoux, ela tem apenas 15 anos; e jamais morrerá".
O que marcou claramente Cecil Beaton foi a capacidade de Marilyn de se transformar incessantemente, de jamais se fixar em uma pose, de oferecer ao fotógrafo uma infinita variação dela mesma, em uma aparente ausência de inibição que coabitava com uma grande incerteza - mesmo que sua beleza irradiante, aos olhos do artista inglês, lhe permitisse uma real indiferença em relação a suas vestes ou outros apetrechos [...] "Ela jorrou da obscuridade para tornar-se a sexsymbol do pós-guerra, a pin-up do nosso tempo. E, mesmo que a imprensa, a fábrica do mito, tenha contribuído para pôr a máquina em funcionamento, foi seu próprio talento - tão singular - que lhe permitiu alçar seu voo. Transfigurada pela maravilha cintilante do cinema technicolor, ela anda como um dragão ondulante - queimando tudo em seu caminho, salvo as sarças de alecrim. Sua voz tem a doçura da seda ou do veludo."


p.263:

Do elogio fúnebre, por Lee Strasberg:

[...] Outras tinham sua beleza plástica, mas era evidente que ela tinha algo a mais, algo que as pessoas viam e reparavam em seu modo, com o que se identificavam. Ela tinha uma qualidade luminosa, combinação e melancolia, brilho, desejo, que a situava em uma categoria à parte e, entretanto, dava a todos a vontade de dela fazer parte, de partilhar essa ingenuidade infantil, ao mesmo tempo tão tímida e tão vibrante.
Essa qualidade era ainda mais visível quando ela estava em cena...

 

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